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domingo, 26 de janeiro de 2025

ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO BALDWIN-AS 616 - 3580 EFCB ESPANTA DEMÔNIO

Pesquisa na integra
https://pt.wikipedia.org/wiki/Baldwin_AS-616

BALDWIN-AS 616 - 3380 EFCB Bitola larga !ESPANTA DEMÔNIO" Minhas Lentes 
BARÃO DE MAUÁ LEOPOLDINA RIO DE JANEIRO BRASIL

Baldwin AS-616 foi uma Locomotiva - Diesel - Elétrica do tipo "Switcher" — ou seja, foi projetada para serviços de linha e de manobras.

Foram fabricadas pela  Baldwin Locomotive  Works, junto com as Baldwin - Whitcomb, sendo as únicas locomotivas diesel-elétricas produzidas pela Baldwin para o Brasil.

Ao todo foram produzidas 221 locomotivas AS-616 (sendo 7 unidades tipo 'B'), que foram utilizadas principalmente nos  EUA, entretanto foram vendidas 20 unidades para o Ferrocarriles Nacionales de México -  Mexico, 9 unidades para Orinoco Mining Comapny (US Steel) -  Venezuela e 37 unidades para o Brasil, compradas pela  ESTRADA de FERRO CENTRAL do Brasil e REDE DE VIAÇÃO PARANÁ SANTA CATARINA.

O equipamento elétrico era de fornecimento da  Westinghouse, tanto o gerador de tração como os motores de tração.

O motor era o Baldwin 606 A turbo-alimentado de 8 cilindros e 1979 polegadas cúbicas.

Todas as locomotivas que vieram para o Brasil estava equipadas com MU (tração múltipla) para acoplamento de até 3 unidades.

Ela detém o privilégio de ser a primeira máquina com truque "C", para serviços de linha, juntamente com a Alco GE de 1.600 HP (tipo híbrido, parte mecânica Alco e parte elétrica GE), tanto em bitola métrica como larga.

Existiu 2 versões da AS-616, uma para bitola de 1,6m e outra para 1,0 metro. Em termos de potência são idênticas, mas externamente possuem diferenças significativas.

Tabela

ModeloPotência (HP)Bitola (m)FabricanteOrigemAno de Fabricação
AS61616001,600BaldwinEUA1952
AS616E16001,000BaldwinEUA1953 e 1954

Proprietários Originais

Ferrovias                           MODELOS      Bitola       Quantidade 

Estrada de Ferro Central do BrasilAS616                 1,600m                         12
Estrada de Ferro Central do BrasilAS616E                1,000m            20
Rede de Viação Paraná-Santa CatarinaAS616E                1,000m             05
  • No Brasil receberam o apelido de Espanta Demônio devido a sua aparência.
AS-616

As AS-616 começaram a ser exportadas em 1951 e neste mesmo ano a Central do Brasil encomendou 32 unidades, sendo 12 para bitola de 1,6 metro e 20 para a de 1,0 metro.

A única modificação básica do modelo doméstico americano (bitola de 1,435 m) para o nosso foi o alargamento do truque para a bitola larga. Foram equipadas com freio dinâmico no nariz curto.

Elas entraram em serviço inicialmente na região de Barra do Pirai (RJ), para operar com trens de minério. Chegaram a formar trens na linha do Centro com 4700 toneladas entre Conselheiro Lafaiete e Santos Dumont e 5400 toneladas até Volta Redonda.

Foram as primeiras locomotivas a serem operadas no sistema de "tração distribuída", aonde foram empregadas três AS-616 na frente do trem e dus no meio, tracionando 80 vagões de minério, totalizando 8840 toneladas.

Posteriormente, foram transferidas para serviços de manobra nos pátios e linhas de subúrbio e, finalmente, foram transferidas (já no fim de sua vida) para a ex-Divisão Especial de Subúrbios do Grande Rio, atualmente CBTU

AS-616E

Um motor 608-A, igual ao que equipava as AS616.

EFCB

O "E" das AS-616E significa "export", isso porque foram modificadas para bitolas estreitas existentes fora dos EUA. Estas 20 unidades foram a maior encomenda de AS-616E que a Baldwin recebeu.

Inicialmente foram designadas para operar em Belo Horizonte (MG), no trecho de bitola métrica da Central do Brasil, para puxar trens cargueiros, e posteriormente para serviços de manobras nos pátios. Também operaram na região de Montes Claros, norte de Minas Gerais.

RVPSC

A Paraná – Santa Catarina encomendou suas AS-616E em 1953, baseada nas informações da EFCB e também porque necessitava de uma máquina com bom desempenho, e foram operar na região de Ourinhos– Curitiba-(PR).

Estas máquinas eram idênticas às da Central, apenas com a inclusão do freio a vácuo para a composição.

Entretanto, estas locomotivas não se adaptaram às condições da via permanente da RVPSC (segundo informações colhidas, ela "abria a linha", devido ao peso) e tiveram vida curta, sendo trocadas por locomotivas GE tipo Cooper-Bessemer C+C da EF Sorocabana

EFS

A Sorocabana possuiu 15 AS616E, sendo 10 compradas da Central do Brasil em 1954 e 5 da RVPSC que foram trocadas por 10 locomotivas GE C+C de 660 HP. Esta troca foi efetuada em 1955 (4 máquinas) e 1956 (6 máquinas).

Na Sorocabana, operaram inicialmente na linha tronco entre Assis (final da eletrificação) e Presidente Prudente, tracionando carga e passageiros.

Posteriormente, foram transferidas para a Baixada Santista, operando inclusive na linha Mairinque –  \santos (SP), onde gozavam de ótima reputação. Segundo os maquinistas, as Baldwin "não choravam na rampa".

Elas ficaram conhecidas como "papo-amarelo", pois chegaram na EFS ainda nas cores originais da Central, que eram o azul colonial para o corpo e amarelo cromo para a frente e traseira. Posteriormente, foram pintadas nas cores da Sorocabana, verde colonial, branco para as faixas e cinza para faixa.

A última AS-616 a ser baixada foi a 3408 da  FEPASA, que só parou de circular por falta de peças de reposição, sendo abandonada.

Referências 

Centro-Oeste nº 20 (março-1987) - Baldwin AS 616 nas ferrovias Brasileiras                  Modelando uma AS-616 da RVPSC - (1)  AS616 E RVPSCAS 616 MR 2101A. - JEAN-DENIS BACHAND.AS 616 (em inglês)
Locomotiva AS-616 da EFCB nº 3374 ainda na fábrica da Baldwin recebendo os detalhes finais antes de ser entregue ao Brasil.
PropulsãoDiesel-Elétrica
FabricanteBaldwin - Whitcom Estados Unidos
Número de série75725 a 75773
ModeloAS-616 e AS-616E
Ano de fabricação1953 1953 1954
Locomotivas fabricadasAS616: 12
AS616E: 25
Classificação AARC-C
Tipo de serviçoMisto
Características
BitolaAS616: 1.600 mm
AS616E: 1.000 mm
Tipo de truquesAS616: Trimount Type Normal
AS616E: Trimount Type & Floating Bolster
Diâmetro das rodasAS616: 1.067 mm (40")
AS616E: 9.144 mm (36")
Distância entre eixosInternos:
AS616: 2.223 mm
AS616E: 1.805 mm
Externos:
AS616: 1.740 mm
AS616E: 2.009 mm
Comprimento17.678 mm
Largura2.200 mm
AlturaAS616: 4.325 mm
AS616E: 4.032 mm
Peso da locomotivaAS616: 147.500 kg
AS616E: 100.000 kg
Peso por eixoAS616: 24.583 kg
AS616E: 16.666 kg
Peso aderenteAS616: 147.500 kg
AS616E: 100.000 kg
Tipo de combustívelDiesel
Capacidade de combustívelAS616: 4.914 l
AS616E: 7.201l
Fabricante do motorBaldwin Locomotive Works
Motor primárioBaldwin 608 A
Limite de RPM1.200 RPM
Tipo de motorMotor de 8 cilindros em linha turboalimentado
Cilindradas do motor32.429 cm³
GeradorWestinghouse 471 BZ
Motores de tração6x Westinghouse
AS616: 563A
AS616E: 370 DEZ
Tamanho dos cilindros323,85 mm (12.75") x 393,70 mm (15.5")
Tração múltiplaSim, Até 3 Unidades
Performance
Velocidade máxima65 km/h
Potência total1650 hp
Potência disponível para tração1600 hp
Esforço de traçãoAS616: 32.950 kgf
AS616E: 17.014 kgf
Raio mínimo de inscriçãoAS616: 78m
Freios da locomotivaAr comprimido
Sistema de freio6SL WABCO
Operação
Ferrovias OriginaisEFCB - RVPSC
Ferrovias que operouEFS - Fepasa - CBTU
Número de locomotivas na classe37
Nome oficialAS616
AS616E
ApelidosEspanta-DemônioBaldwinPapo Amarelo
Local de operaçãoSão Paulo - Rio de Janeiro - Paraná
Data de entrega1952 a 1954
Ano da entrada em serviço1952 a 1954
SituaçãoTodas baixadas
Categorias: Locomotivas diesel elétricas Locomotivas da Baldwin Locomotivas C-C
Locomotivas introduzidas em 1950 Locomotivas da Rede de Viação Paraná Santa Catarina

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO - COLOSSO FERROVIARIO

 RJ 125 ANTIGO LEITO FERROVIÁRIO DA ESTRADA DE FERRO MELHORAMENTOS PONTE SOBRE O RIO SANTANA E FABRICADADA NOS ESTADOS UNIDOS DA AMERICA ANO 1941 LOCALIDADE DE SANTA BRANCA MUNICIPIO MIGUEL PEREIRA MINHAS LENTES RIO DE JANEIRO BRASIL









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terça-feira, 8 de outubro de 2024

ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO

ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRASIL LINHA DO CENTRO
FOTO ACIMA MINHAS LENTES (ANTIGA) DE QUANDO PRESERVADA CABINE No3 DO ENGENHO DE NOVO AINDA ERA UM MUSEU COM SUAS MAQUETES FERROVIÁRIAS E ALAVANCAS PRESERVADAS, O PRESENTE E FUTURO DA MALHA FERROVIÁRIA BRASILEIRA É DE MUITA TECNOLOGIA MAIS INFELIZMENTE A HISTÓRIA QUE AO LONGO DOS ANOS MESMO COM MUITO ESFORÇO DE POUQUÍSSIMAS ENTIDADES DE PRESERVAÇÃO “SÉRIAS” NÃO ACOMPANHAM O ROMANTISMO QUE FICOU DO PASSADO

FOTOS DE MINHAS LENTES ATUAIS

 









terça-feira, 17 de setembro de 2024

PELOS TRILHOS DA ROMANTICA ESTRADA DE FERRO LEOPOLDINA

Estação Saracuruna.
Linha Vila Inhomirim Linha Guapimirim Ramal da métrica - Inauguração 24 de abril de 1888.
Nome antigo Rosário - Nível Trem Elétrico 1a, 1b: Linha Saracuruna (Sentido Central)
Nível Trem Diesel 1a: Linha Vila Inhomirim 1b: Linha Guapimirim Fotos: Minhas Lentes SARACURUNA Rio de Janeiro Brasil


Estação Saracuruna do portão para traz não existe mais trilhos (Métrica) seguiam até 
Pàtio Ferroviário Praia Formosa
PARADA SANTA GUILHERMINA (REFORMADA)
MÉTRICA INAUGURADA EM 02 DEZEMBRO 1926 ESTRADA DE FERRO LEOPOLDINA - 1975 RFFSA1994 FLUMITRENS / CENTRAL LOGISTICA
2016 SUPERVIA FECHADA EM 29 MAIO DE 2011.
Depois de sucessivos protestos realizados por moradores da pequena Santa Guilhermina, uma pequena comunidade de produtores rurais e pessoas que precisam do trem para se locomover até o Rio de Janeiro, revolveram também aderir a um protesto de paralisação da via ferroviária que interromperia e suspenderia a circulação do Ramal Guapimirim por uma semana.
7 anos depois desde a última vez que o trem do Ramal Guapimirim realizou sua última parada na Estação Parada Santa Guilhermina, ele voltou a atender a população do bairro dia 17 de setembro 2018.
Seu nome parada Santa Guilhermina foi como cortesia a Emílio Wadih Gebara que possuía na região uma enorme fazenda produtora de leite, manteiga e derivado, a Fazenda Santa Guilhermina. A parada, que além de dar acesso ao casarão da fazenda, também era responsável pelo distribuição e abastecimento dessa produção para toda região de Magé.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_Parada_Santa_Guilhermina

Em Surui
Antigo ramal pedreira RFFSA que cortava Br116 já desativada
Ponte em Surui
Parada Santa Dalila
Devagar Chega Lá




Viaduto RFFSA ao fundo Antiga EMAQ

Eu em Guapimirim
No final desta linha começava cremalheira que subia serra chegando a TERESÓPOLIS  em 09 março 1957 a ESTRADA DE FERRO TEREZÓPOLIZ teve o fim de suas atividades

E. F. Terezópolis 1896-1919
E. F. Central do Brasil 1919-1957
E. F. Leopoldina 1957-1975
RFFSA 1975-1994
Flumitrens/Central 1994-2011
Supervia 2011até dias hoje


https://httpwwwluizfelipelopesdiascombr.blogspot.com/2024/09/pelos-trilhos-da-romantica-estrada-de.html